O SGPU até hoje

Nº de pneus ligeiros tratados:

Emissões evitadas (t CO2eq):

Consumo de energia evitado (GJ):

Sabia que a energia consumida na recauchutagem de um pneu usado é 2,5 vezes inferior à utilizada na produção de um pneu novo?

Sabia que o processo de reciclagem de pneus usados transforma-os em matérias-primas que se utilizam para pavimentar, por exemplo, parques infantis e campos desportivos, entre outras aplicações?

Sabia que os pneus usados podem ser utilizados como combustível alternativo nos fornos das cimenteiras, num processo que recupera parte da sua energia?

Sabia que se andar com menos 0,6 bar de pressão em relação ao recomendado o seu pneu pode durar metade do expectável?

Sabia que todos os pneus vendidos a partir de Novembro de 2012 irão estar rotulados com informação relativa à eficiência energética, nível de ruído e segurança de travagem?

Sabia que a utilização de pneus como alternativa aos combustíveis fósseis permite a redução de emissões de CO2 devido à combustão da biomassa constituinte do pneu (derivado da borracha natural)?

Sabia que em 10 anos (2003-2012), os pneus recolhidos e valorizados pela Valorpneu davam para completar 2 voltas à Terra?

Sabia que em 10 anos (2003-2012), a borracha natural reaproveitada na reciclagem de pneus usados evitou a sua extração em 4.000.000 de árvores?

Sabia que em 10 anos (2003-2012), a energia gerada pela valorização dos pneus usados da Valorpneu dava para produzir o cimento necessário à construção de 11 estádios de futebol?

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Porquê Aderir

Produtores

O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, estabelece os princípios e as normas aplicáveis à gestão de pneus e pneus usados. Este Decreto-Lei define os Produtores de pneus como responsáveis pela recolha, transporte e destino final adequado dos pneus usados, estabelecendo ainda que a responsabilidade dos Produtores a este nível deve ser transferida para uma entidade gestora.

É considerado Produtor qualquer entidade que fabrique, importe ou introduza pneus novos ou em segunda mão no mercado nacional, incluindo as que fabriquem, importem ou comercializem veículos, aeronaves ou outros equipamentos que os contenham.

Qualquer empresa que importe pneus novos ou usados tem de celebrar um contrato com a Valorpneu, para que se possa faturar o Ecovalor respetivo dos pneus importados. Se a empresa que comercializa pneus adquirir os mesmos no mercado nacional não necessita de fazer nenhum contrato com a Valorpneu, uma vez que a empresa a quem compra os pneus já está a cobrar o Ecovalor (ou seja, já pagou à Valorpneu). Cada pneu introduzido no mercado nacional deve pagar uma única vez o Ecovalor. É este Ecovalor (que remunera uma prestação de serviços), e que é cobrado pelos Produtores de pneus, que financia o sistema da Valorpneu.

O Ecovalor associado a cada pneu deve ser repercutido na cadeia de comercialização até ao cliente final aquando da venda dos pneus ou dos veículos/equipamentos que os contenham, devendo os produtores e distribuidores discriminar, num item específico a consagrar na respetiva fatura, o valor correspondente.


 
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